quinta-feira, 29 de março de 2012

ULTIMAS NOTICIAS DO PAULISTÃO‏


 

Na estreia de Wesley, João Vitor decide e dá vitória ao Palmeiras

 
  As atenções do torcedor do Palmeiras estavam voltadas à estreia de Wesley, na noite desta quarta-feira, mas quem salvou o time foi outro meio-campista. João Vitor, que perdeu a posição para o reforço, entrou no segundo tempo e garantiu a vitória por 1 a 0 sobre o Paulista, no estádio Jaime Cintra, em Jundiaí.
O time do técnico Luiz Felipe Scolari não teve uma boa atuação, mas conseguiu se recuperar da derrota para o Corinthians, no fim de semana. Sem Henrique, suspenso, e também Leandro Amaro e Maikon Leite, que estão com virose, a principal novidade foi a entrada de Wesley como titular.
Porém, o ex-santista foi substituído no segundo tempo por João Vitor, que marcou o gol aos 42 minutos. Com o placar, o Palmeiras chegou aos 35 pontos no Campeonato Paulista, no segundo lugar, mas pode ser ultrapassado pelo São Paulo no complemento da rodada. Já o Galo tem 19.
Djalma Vassão/Gazeta Press
Volante João Vitor perdeu a vaga para Wesley, mas entrou no segundo tempo e fez o gol da vitória do Verdão
O Verdão volta a campo na noite de sábado, quando enfrentará o Mirassol, no estádio do Pacaembu. No mesmo dia, o Paulista vai a Mogi Mirim para enfrentar a equipe da casa, no Romildão.
O jogo:O Palmeiras começou mal na noite desta quarta-feira, principalmente pela falta de criatividade no setor de armação. Marcado de perto, Valdivia iniciou com dificuldade, enquanto Wesley sentiu por estar sem ritmo de jogo. Mesmo assim, o Verdão teve uma chance em jogada individual de Vinícius, que recebeu pela direita, limpou a marcação e chutou, para defesa de Vagner.
A resposta do time local não demorou. Madson driblou o adversário pela esquerda e exigiu boa defesa de Deola em chute forte. Em noite fria na cidade de Jundiaí, o Verdão voltou ao ataque. Barcos tocou para Valdivia na meia-lua, e o chileno tocou na área para Wesley, que arrematou fraco, para nova defesa do goleiro.
O time de Luiz Felipe Scolari seguiu pecando na conclusão nas poucas jogadas que criava. Valdivia dominou na área, ajeitou e finalizou, mas sem dar tanto trabalho ao arqueiro. Aos 25, o Paulista assustou os visitantes. Reinaldo cobrou escanteio e a zaga afastou, mas o próprio lateral esquerdo pegou o rebote e mandou direto para o gol. Deola deu passos para trás e se esticou para evitar que a bola entrasse.
No lance seguinte, Renan Marques apareceu atrás da zaga para concluir, obrigando Deola a fazer mais uma defesa. A última chance do Palmeiras na etapa foi uma falta da meia-lua. Em vez de Marcos Assunção, a batida ficou com Valdivia, que acertou a barreira.
Arte GE.Net
No intervalo, Felipão tirou o atacante Vinícius para a entrada de Daniel Carvalho. A mudança surtiu efeito. Logo em sua primeira jogada, o meia arrancou com perigo e foi derrubado, em falta que Marcos Assunção acertou a barreira. No lance seguinte, o camisa 83 fez bela jogada individual e concluiu, mas Vagner espalmou.
O Palmeiras chegou a diminuir o ritmo, mas quase inaugurou o placar pouco depois. Barcos aproveitou cobrança de escanteio na segunda trave e cabeceou para o outro lado, onde apareceu Román para completar, raspando a trave.
Felipão ainda teve de fazer duas mudanças. Valdivia sentiu lesão e foi substituído por Ricardo Bueno, e João Vitor assumiu a vaga do estreante Wesley. O time visitante só esboçou novo perigo aos 25 minutos, quando Barcos dominou na área, driblou o adversário e chutou, mas Vagner fez ótima defesa.
Aos 42 minutos, o Palmeiras balançou as redes. João Vitor chutou da entrada da área, a bola bateu na trave e entrou, garantindo a recuperação no Estadual.

Com mistão, Corinthians supera o XV e assume a liderança provisória


 

   
Mesmo com oito mudanças em relação à vitória contra o Palmeiras, no último domingo – Leandro Castán, Ralf e Emerson foram os únicos mantidos -, o Corinthians venceu o XV de Piracicaba por 1 a 0 na noite desta quarta-feira. O lateral esquerdo Ramon marcou o gol que decidiu o jogo no gelado Pacaembu.
Com o resultado, o Timão assume a liderança provisória do torneio, com 37 pontos. O São Paulo, que tem saldo de gols superior, vai retomar a ponta se vencer o Catanduvense, nesta quinta, em Barueri. Bem longe dessa briga, o XV de Piracicaba continua com 11 pontos, na zona de rebaixamento.
O Corinthians volta a campo no domingo, sem o suspenso Elton, para enfrentar o Oeste, em Presidente Prudente. Já o XV recebe o Comercial, no sábado.
Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Jogadores do mistão corintiano comemoram o gol do lateral esquerdo Ramon, no início da etapa final
jogo - O XV de Piracicaba, embora ocupe uma das últimas colocações do Paulistão, conseguiu se sentir em casa em alguns momentos do primeiro tempo. A superioridade chegou a ser notada até nas arquibancadas: em bom número, os torcedores do interior vez ou outra faziam mais barulho que os corintianos – desfalcados da bateria da Gaviões da Fiel, torcida organizada que está proibida pela Federação Paulista de levar seus acessórios aos estádios.
Não adiantou muito. O mistão do Corinthians apresentou um futebol burocrático, mas o proveito tirado pelo XV se resumiu à posse de bola. Apesar de equilibrarem o jogo, os visitantes só foram criar uma chance para abrir o placar aos 42 minutos, quando o atacante Adilson girou na área e chutou por cima da meta defendida pelo estreante Cássio.
Muito dependente de Emerson, única fonte de inspiração do setor ofensivo, o Timão também não assustou – até porque o Sheik, apesar da movimentação constante, não chegou a ser brilhante nos 45 minutos iniciais. Quando apareceu, o camisa 11 levou perigo: aos 35, cruzou para Gilsinho, livre na pequena área, cabecear para fora; no minuto seguinte, arrancou pela direita e chutou para o meio da área, onde Elton foi travado por Diego Bovi.
Os lances criados pelos dois times não eram capazes de espantar o frio que tomou conta do Estádio Municipal. O clima só esquentou quando Elton chegou atrasado em dividida com o goleiro Gilson, fora da área, e o atingiu. Pressionado pelos atletas do XV, o árbitro Welton Wohnrath deu cartão amarelo ao centroavante, aos 39. Minutos depois, Leandro Castán chutou a bola em cima de Paulinho e foi cercado pelos adversários, mas o entrevero foi rapidamente contornado.
Tudo mudou na volta para a segunda etapa, a começar pelas escalações. No XV, o ex-santista Tiago Luís ganhou a vaga de Paulinho. No Corinthians, Edenílson entrou para ajudar Ralf a marcar no meio-campo e a saída de Gilsinho liberou o lateral esquerdo Ramon para avançar. O resultado veio com um minuto de bola rolando, justamente com Ramon, que passou por dois marcadores antes de invadir a área, bater cruzado e abrir a contagem.
Assim como no clássico contra o Palmeiras, domingo, o Timão mudou de postura após ouvir a bronca de Tite no intervalo. Aos 11 minutos, um desvio providencial da zaga impediu que Edenílson ampliasse com um chute colocado da entrada da área. Imediatamente, Estevam Soares chamou Cafú para substituir Diguinho. Tite também mudou, aos 17: Alessandro, que voltou ao time após sete jogos fora por lesão, pediu para sair e deu lugar a Welder.
Os mandantes mantiveram a superioridade após as trocas, tanto que Gilson precisou trabalhar em chutes de Douglas, aos 18 minutos, e Cachito Ramírez, aos 20. Aos 26, Tite promoveu o retorno de Willian, que foi cortado das duas últimas partidas por “declínio técnico”. Pouco depois, o ex-palmeirense André Cunha entrou na vaga de Adilson Goiano no XV.
Willian entrou mais ligado que Douglas, mas seus companheiros já estavam mais preocupados com a manutenção do resultado do que com a criação de jogadas. Os visitantes proporcionavam poucas emoções até os 45 minutos: com o goleiro Gilson na área, Adilson até conseguiu marcar o gol após grande defesa de Cássio, mas a arbitragem parou o jogo assinalando corretamente um impedimento que garantiu a vitória do Corinthians.

Guarani recebe o Linense buscando vitória para selar classificação


 

   
Ao conseguir o gol do empate por 1 a 1 no clássico contra a Ponte Preta nos acréscimos do segundo tempo, o Guarani deu mais um passo para obter classificação para as quartas de final do Campeonato Paulista. Nesta quinta-feira a equipe recebe o Linense às 19h30 (de Brasília), no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, podendo garantir a tão esperada vaga.
No início da rodada o Bugre dependia de uma improvável combinação de resultados, e ela aconteceu. Paulista, Ituano e Mirassol não venceram nesta quarta-feira, e deixaram o Bugre precisando apenas de uma vitória simples diante do Linense para garantir a sua classificação para a próxima fase.
Para armar a equipe campineira o técnico Vadão terá três desfalques no time titular. O atacante Fabinho, expulso contra a Ponte Preta, e os meio-campistas Fábio Bahia e Danilo Sacramento, que receberam o terceiro cartão amarelo no dérbi, terão que cumprir suspensão automática.
Com o retorno do experiente volante Wellington Monteiro, que vinha desfalcando a equipe nas últimas rodadas por causa de uma lesão muscular, os outros dois jogadores que serão escalados entre os onze iniciais são o meia Bruno Neves e o atacante Max Pardalzinho.
Pelo lado do Linense o objetivo é o de adiar as pretensões de classificação do Guarani e seguir com chance de obter vaga para as quartas de final. Com esse foco, a diretoria proibiu os jogadores de dar entrevistas nessa semana. Apesar do mistério, a única novidade deve ser o retorno do zagueiro Fabão, que cumpriu suspensão na última rodada.
FICHA TÉCNICA
GUARANI X LINENSE
Local: Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP)
Data: 29 de março de 2012, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Ferreira Lima
Assistentes: Fabio Luiz Freire e Maiza Teles Paiva
Assistentes adicionais: Marcelo Rogério e Regildenia de Holanda Moura
GUARANI: Emerson; Oziel, Neto, Domingos e Bruno Recife; Wellington Monteiro, Wiliam Favoni, Bruno Neves e Fumagalli; Bruno Mendes e Max Pardalzinho
Técnico: Vadão
LINENSE: Douglas; Neto, Pablo, Fabão e Bruno Quadros; Andrade, Makelelê, Ademir Sopa e Lenilson; André Luiz e Chimba
Técnico: Pintado

São Paulo busca nova festa em Barueri para se manter "líder e solto"


 

   
Há exatamente um ano, o São Paulo reunia cerca de 45 mil torcedores no Morumbi para a apresentação de Luis Fabiano e a festa pelo centésimo gol de Rogério Ceni, marcado contra o Corinthians dois dias antes, na Arena Barueri. Nesta quinta-feira, a equipe volta ao estádio para enfrentar o Catanduvense, às 19h30 (de Brasília), e consolidar outro excelente momento: manter a liderança do Paulista e ampliar para oito a sequência de vitórias.
Por conta dos shows do roqueiro britânico Roger Waters, no domingo e na terça-feira, o Morumbi não poderá ser usado. Mas será em um palco de boas recordações que a equipe buscará continuar com os benefícios da excelente fase. Com base no retrospecto no estádio, a esperança do oitavo triunfo seguido aumenta: em 15 jogos no time, o Tricolor venceu 11, empatou um e perdeu três, marcando 29 gols e sofrendo 13.
Sergio Barzaghi/Gazeta Press
Há um ano, time fez festa na Arena Barueri com o centésimo gol de Ceni, contra o Corinthians
Mas a primeira posição, que pode ser garantida com novos três pontos, é a principal motivação. “Entramos com muita confiança. A responsabilidade de ser o primeiro colocado nos deixa mais soltos, podemos mostrar mais. A alegria do grupo contagia, jogamos mais soltos”, contou Rodrigo Caio.
Emerson Leão não exige, até por só ter vantagem de resultados iguais na decisão do Estadual, mas, obviamente, aprova o primeiro lugar. E celebra o posto mesmo em meio a muitas lesões. Para esta quinta-feira, além dos machucados Rogério Ceni, Cañete e Wellington, também não contará com Luis Fabiano e Fabrício, outros machucados, Piris, suspenso, e tem Bruno Cortez e Fernandinho como dúvidas por lesão.
Da equipe que bateu o Mirassol no domingo, a única alteração confirmada é a volta de Rodrigo Caio, novamente improvisado na lateral direita, com a possibilidade de Henrique Miranda atuar do outro lado em substituição a Cortez. Do meio-campo para a frente, o objetivo é vencer um provável esquema defensivo, já que o Catanduvense iniciou a 16ª rodada em 16º lugar, a dois pontos da zona de rebaixamento.
“E a Arena Barueri é um campo menor. Eles podem vir fechados, ser um jogo chato”, previu Cícero. “Todo jogo é difícil. Contra o XV de Piracicaba, foi muito complicado, eles se defendiam muito, não conseguíamos jogar. Precisaremos ter a cabeça no lugar e humildade”, completou Rodrigo Caio.
Fernando Dantas/Gazeta Press
Leão quer que o time mantenha momento de ascensão e conquiste a oitava vitória consecutiva nesta quinta
A equipe de Catanduva, realmente, viaja disposta a somar nem que seja um ponto, possível com um empate. “Na rodada passada, vencemos bem fora de casa e conseguimos respirar, mas precisamos pontuar para manter uma certa distância da zona do rebaixamento. E o São Paulo deve vir para cima, jogam pela liderança”, falou o meia Alex Willian, ainda celebrando o triunfo por 1 a 0 sobre o São Caetano no ABC.
Sem o lateral direito Junior Barbosa, os volantes Du e Fabinho Carioca e os meias Washington e Mauricinho, todos machucados, o técnico Roberval Davino arma um time preparado para o contra-ataque, com o meia Samuel adiantado para atuar no ataque do lado de Alemão, formado nas categorias de base do Santos.
Os exemplos da equipe são os jogos contra Palmeiras e Corinthians – respectivamente, empate por 1 a 1 em Catanduva e derrota por 2 a 1 no Pacaembu, mas que era vencido pelo Bruxo, apelido do clube, até os 35 minutos do segundo tempo. “Isso mostra que podemos jogar de igual para igual contra os grandes. Nosso time tem qualidade”, disse Alex Willian.
Arte GE.Net
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO X CATANDUVENSE
Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data: 29 de março de 2012, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Claudinei Forati Silva (SP)
Assistentes: Leandro Almeida dos Santos e Maria Eliza Correia Barbosa (ambos de SP)
Assistentes adicionais: Philippe Lombard e Luciano Monteiro dos Santos (ambos de SP)
SÃO PAULO: Denis; Rodrigo Caio, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Casemiro, Cícero e Jadson; Lucas e Willian José
Técnico: Emerson Leão
CATANDUVENSE: Filippi; Chiquinho, Ednei, Douglas e Cleber; Ricardo Oliveira, Moreilândia, Nenê Bonilha e Alex Willian; Samuel e Alemão
Técnico: Roberval Davino

Para confirmar classificação, Santos escala titulares contra o Guará


 

   
O Santos volta a campo nesta quinta-feira com a oportunidade de garantir matematicamente sua classificação às quartas de final do Campeonato Paulista, diante do Guaratinguetá, em confronto marcado para as 21 horas (de Brasília), na Vila Belmiro.
Determinado a atingir esse objetivo, o técnico do Peixe, Muricy Ramalho, não irá poupar nenhum dos seus titulares para o duelo com o Guará, válido pela 16° rodada do Paulistão. A única exceção pode ser o volante Henrique, com uma lesão no dedão do pé esquerdo, e que é dúvida. Caso seja vetado pelo departamento médico do clube, Henrique deve ser substituído por Adriano.
“Se o jogo fosse na quarta, eu nem iria pensar: tirava todo mundo. O pessoal está muito desgastado, não só física como mentalmente. Agora, como a partida é na quinta e, em dois dias, eles estão recuperados, não teremos problemas. Todos (os titulares) devem jogar contra o Guaratinguetá”, explicou Muricy, logo após a vitória sobre o Bragantino, no último domingo, na Vila.
Ivan Storti/Santos FC
O Santos de Arouca, Neymar e Ganso terá força total diante do Guaratinguetá, na Vila Belmiro
Confirmado pelo treinador para o compromisso ante o Guará, o volante Arouca destaca que, além de vencer para garantir matematicamente a sua passagem ao mata-mata da competição, o Alvinegro Praiano deseja pontuar para atingir a melhor posição possível ao final da primeira fase do Estadual.
“Nós estamos em uma maratona forte, mas isso já era esperado. Precisamos ganhar para classificar e, mesmo o Muricy não tendo conversado conosco sobre a colocação, é algo que nos incomoda. Sabemos que é importante ficar entre os primeiros, para atingir uma situação mais favorável para a fase final do campeonato. O nosso objetivo é ficar entre os quatro (primeiros lugares) e, se possível, ainda buscar a liderança”, comentou Arouca.
Se o Santos luta para assegurar a sua presença no mata-mata do Paulistão, o Guaratinguetá vive um momento bem mais complicado. O time está na zona de rebaixamento, com apenas 11 pontos ganhos. E para piorar a situação, o Guará irá visitar o Peixe sem um técnico efetivo. Isto porque, Vilson Tadei foi demitido após a derrota para o XV de Piracicaba, no último domingo. O gerente de futebol, Carlos Octávio do Valle, dirige a equipe interinamente na Vila.
“Nós estamos trabalhando para motivar o grupo, com muita conversa, treinos, e focando em nosso objetivo, que é voltar a vencer. Sabemos da dificuldade do adversário, mas vamos em busca de pontos”, afirmou Carlos Octátvio.
O técnico interino do Guaratinguetá não poderá contar com o lateral esquerdo Janílson, expulso na última rodada. O zagueiro Baggio e o meia Jonatan, suspensos pelo terceiro cartão amarelo, também não poderão atuar. Reinaldo, Rocha e Leandro Silva, este último retorna de suspensão, devem ser os seus substitutos, respectivamente.
Arte GE.Net
FICHA TÉCNICA 
SANTOS X GUARATINGUETÁ
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 29 de março de 2012, quinta-feira
Horário: 21 horas (horário de Brasília)
Árbitro: José Cláudio Rocha Filho
Assistentes: Paulo de Souza Amaral e Maria Núbia Ferreira Leite
Adicionais: Antonio Rogério Batista do Prado e Magno de Sousa Lima Neto
SANTOS: Rafael; Fucile, Edu Dracena, Durval e Juan; Adriano (Henrique), Arouca, Ibson e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Borges
Técnico: Muricy Ramalho
GUARATINGUETÁ: Jaílson; Luis Felipe, Vinicius, Rocha e Reinaldo; Gercimar, Leandro Silva, Rick e Lúcio Flávio; Charles e Djavan
Técnico: Carlos Octávio do Valle (interino)


Roger marca duas vezes e ajuda Ponte a superar Lusa e expulsão


 

   
Com um jogador a menos desde os 50 segundos do primeiro tempo, quando William Magrão foi punido por falta em Diego Souza, a Ponte Preta conseguiu superar a própria desvantagem numérica e acabou vencendo a Portuguesa por 3 a 1, em partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Paulista realizada nesta quarta-feira, no Moisés Lucarelli.
Apesar da expulsão, a Ponte teve a oportunidade de abrir o placar com Roger, aos cinco minutos. A Lusa alterou sua estratégia e chegou ao empate aos 43, com Rodriguinho. No segundo tempo, mesmo com maior posse de bola, a Lusa não conseguiu se acertar e sofreu mais dois gols: Roger, novamente aos cinco, e Renato Cajá, após erro do goleiro Rodrigo Calaça, aos 33.
A vitória deixa a Ponte Preta com 28 pontos, na sexta colocação, e bem próxima da classificação para as quartas de final do Estadual. Já a Portuguesa, com 17, perdeu em Campinas qualquer chance de passar à segunda fase. Na próxima rodada, agora para escapar do rebaixamento, o time de Jorginho recebe o Santos no Canindé, e a Ponte, para garantir sua classificação, visita o Guaratinguetá.
Jogo – A Ponte Preta praticamente começou a partida com um jogador a menos, pois William Magrão foi expulso no primeiro lance, aos 50 segundos. Em jogada morna no meio-campo, Diego Souza tentou avançar e foi derrubado pela perna do volante da Macaca. Sem pestanejar, o árbitro Guilherme Ceretta de Lima deixou os donos da casa desfalcados desde os primeiros minutos de bola rolando.
Nervosa pela vantagem numérica repentina, a Portuguesa tentou esboçar algumas jogadas ofensivas, mas foi surpreendida por um novo ‘excesso de vontade’ da Ponte, dessa vez positivo. Em contra-ataque rápido puxado por Enrico, Roger se posicionou e recebeu o passe preciso. Convicto, o camisa 9 avançou, fintou o marcador da Lusa e bateu forte para o gol. Antes de entrar, a bola desviou em Luís Ricardo e enganou o goleiro Rodrigo Calaça.
Nesse momento da partida, a Lusa tentou despachar o susto e correr atrás do prejuízo. O meio-campista Diego Souza, novo maestro da equipe, tentava se movimentar e distribuir o jogo, mas esbarrava na forte marcação da Ponte Preta, que tinha três volantes defensivos em linha. Aos 11 minutos, o próprio camisa 10 arriscou de longe, mas pela linha de fundo.
Aos 23 minutos de jogo, o técnico Jorginho resolveu mudar a história do jogo e tirou o zagueiro Rogério, que tinha cartão amarelo. A partida era tão truncada e o comandante não quis assumir o risco de perder um jogador por expulsão. O volante Guilherme foi recuado para a zaga e o garoto Danilo, atacante da base, entrou em campo.
A Portuguesa demorou a se acertar com a nova formação e chegou até a dar uma boa oportunidade para Renato Cajá empatar em cobrança de falta, aos 27. No entanto, quando o time de Jorginho se organizou dentro de campo, também não demorou a empatar o placar.
Aos 43 do primeiro tempo, após cruzamento de Diego Souza, o zagueiro Gian errou o tempo da bola e falhou no corte. Na sobra, Rodriguinho esperou a passagem de Lauro e chutou no canto oposto, seco, para empatar a partida.
O ritmo da etapa complementar começou tão acelerado quanto o da etapa inicial. Logo aos três minutos, Roger foi bloqueado com falta na tentativa de entrar na área. Na cobrança, Renato Cajá obrigou o goleiro Rodrigo Calaça a operar um verdadeiro milagre. No lance seguinte, entretanto, não foi possível evitar o segundo gol da Macaca.
Após passe preciso de João Paulo Silva, direto do campo de defesa, Roger dominou a bola e chutou colocado, sem chances de defesa para o capitão da Lusa, retomando a vantagem da Ponte Preta na partida.
No momento em que a tática imaginada era de contenção, a Macaca se lançou à frente e arriscou ainda mais. Aos 15 minutos, Roger teve a primeira oportunidade de ampliar, mas chutou forte demais, ao contrário de Renato Cajá, que pecou pela falta de força no lance seguinte, em batida com o pé esquerdo.
Nos minutos finais da partida, a Portuguesa teve o domínio da partida e chegou a mais de 70% na posse de bola. A reação, entretanto, foi brecada pelos próprios erros. Aos 33 minutos, Leandro Silva tentou sair do campo de defesa com passe para Rodrigo Calaça. O goleiro errou o passe e praticamente serviu Renato Cajá. Com um belo tiro de esquerda, o camisa 10 e capitão da Macaca fechou a contagem em Campinas.
 

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