Marcelo de Lima
Henrique ficou com a bola da decisão do Carioca. Empresa fabricante irá
presentear o atacante com modelo idêntico
A brincadeira do árbitro Marcelo de Lima Henrique, que ficou com a bola
da final do Campeonato Carioca, no último domingo, vencido pelo Fluminense, não
deve ter consequências mais graves. Após vencer a disputa com Rafael Moura, que
também queria a 'redondinha', o juiz ainda postou uma foto da recordação no seu
perfil pessoal do Facebook com a provocação: "Essa é minha. Kkkkkkk",
mas apagou alguns minutos depois.
O o presidente da Comissão de Arbitragem da Federação de Futebol do
Estado do Rio de Janeiro, Jorge Rabello, não viu nenhum desvio de conduta na
brincadeira e negou qualquer possibilidade de punição ao árbitro, que também
foi elogiado pelo seu desempenho na final.
Leia mais: He-man pede bola da final e oferece gol para recuperação da mãe
“É tudo normal, a gente fica fazendo polêmica com tudo. Gandula, bola da final, não precisa, né? O Arnaldo também ficou com uma bola quando apitou a final da Copa do Mundo de 1982. A bola é do clube mandante, se ele quisesse elas de volta, poderia pedir. Não existe nenhuma recomendação para isso, é algo informal”, disse Jorge Rabello ao iG.
No Facebook, entre os comentários, Marcelo de Lima Henrique tentou evitar a polêmica e disse que tentou ajudar o atacante a conseguir uma bola. "Amigos, nunca iria zoar nenhum atleta, foi só uma atitude para garantir meu troféu, fiquei até tentando depois conseguir uma bola pra ele, pois fez o gol da vitória e merecia também uma bola", escreveu no seu perfil.
Para Rabello, a provocação foi somente uma brincadeira. Ele ainda usou o Fluminense como exemplo para avaliar a atuação da arbitragem no torneio. Assim como o técnico Abel Braga, que considerou a participação da sua equipe no torneio irregular, mas acima da média nas finais, o chefe da arbitragem carioca vê o nível dos apitadores da mesma maneira.
“Acho que essa bola também é um troféu pelas boas arbitragens nas decisões. Os jogadores recebem medalhas e troféus, podem colocar a foto no Facebook. O árbitro não. E em todos os jogos finais, no primeiro e segundo turno, e na grande final, os juízes foram muito bem. No total tivemos alguns erros, vamos tentar melhorar mais em 2013, mas as finais não tiveram problema”, comemorou o presidente.
Marcelo de Lima Henrique não marcou dois pênaltis em jogadas polêmicas, uma para o Fluminense e outra para o Botafogo. Junto da foto, ele também publicou um vídeo onde mostrava autoridade ao negar o pedido de Rafael Moura para ficar com a bola da final. Ele está na lista de concorrentes ao prêmio de melhor árbitro do Carioca, na festa de premiação da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira.
Final feliz
Comovida com o pedido do atacante do Fluminense, a empresa fabricante da bola do campeonato resolveu enviar um modelo idêntico ao da partida. A bola, que é dourada, tem os escudos de Fluminense e Botafogo e a data do jogo. Além do árbitro, o atacante Rafael Sobis também conseguiu uma de recordação, e também provocou o amigo no Twitter.
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“É tudo normal, a gente fica fazendo polêmica com tudo. Gandula, bola da final, não precisa, né? O Arnaldo também ficou com uma bola quando apitou a final da Copa do Mundo de 1982. A bola é do clube mandante, se ele quisesse elas de volta, poderia pedir. Não existe nenhuma recomendação para isso, é algo informal”, disse Jorge Rabello ao iG.
No Facebook, entre os comentários, Marcelo de Lima Henrique tentou evitar a polêmica e disse que tentou ajudar o atacante a conseguir uma bola. "Amigos, nunca iria zoar nenhum atleta, foi só uma atitude para garantir meu troféu, fiquei até tentando depois conseguir uma bola pra ele, pois fez o gol da vitória e merecia também uma bola", escreveu no seu perfil.
Para Rabello, a provocação foi somente uma brincadeira. Ele ainda usou o Fluminense como exemplo para avaliar a atuação da arbitragem no torneio. Assim como o técnico Abel Braga, que considerou a participação da sua equipe no torneio irregular, mas acima da média nas finais, o chefe da arbitragem carioca vê o nível dos apitadores da mesma maneira.
“Acho que essa bola também é um troféu pelas boas arbitragens nas decisões. Os jogadores recebem medalhas e troféus, podem colocar a foto no Facebook. O árbitro não. E em todos os jogos finais, no primeiro e segundo turno, e na grande final, os juízes foram muito bem. No total tivemos alguns erros, vamos tentar melhorar mais em 2013, mas as finais não tiveram problema”, comemorou o presidente.
Marcelo de Lima Henrique não marcou dois pênaltis em jogadas polêmicas, uma para o Fluminense e outra para o Botafogo. Junto da foto, ele também publicou um vídeo onde mostrava autoridade ao negar o pedido de Rafael Moura para ficar com a bola da final. Ele está na lista de concorrentes ao prêmio de melhor árbitro do Carioca, na festa de premiação da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira.
Final feliz
Comovida com o pedido do atacante do Fluminense, a empresa fabricante da bola do campeonato resolveu enviar um modelo idêntico ao da partida. A bola, que é dourada, tem os escudos de Fluminense e Botafogo e a data do jogo. Além do árbitro, o atacante Rafael Sobis também conseguiu uma de recordação, e também provocou o amigo no Twitter.


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